sábado, 30 de junho de 2007

nada esperes e agradece tudo...

"Nada esperes e agradece tudo"
Esta frase foi-me deixada por alguém especial num comentário ao ultimo texto e pôs-me a pensar...de facto quando nada esperamos, não há ilusões ou melhor, não há desilusões, desapontamentos, não há falsas expectativas com relação a situações ou pessoas...vejo agora que somos muitas vezes demasiado exigentes, até connosco mesmos, e por isso em vez de nos alegrarmos com o que há de bom, lamentamos o que faltou para ser como queríamos, para ser perfeito...
pois então, aí está a falha! nada é feito à nossa medida na vida! há-de sempre faltar um pequeno pormenor para que tudo fosse perfeito, o truque está em ver o copo meio cheio em vez de meio vazio.
Quando se criam grandes expectativas, quando se depositam grandes esperanças face a algo ou alguém a tendência é, sem duvida, a desilusão. Se, pelo contrario, em vez de depositar crescentemente cada vez mais altas expectativas nos limitarmos apenas a desfrutar do bom do que nos acontece não vamos esperar coisas que não acontecem, vamos simplesmente agradecer pelo que acontece, pelo simples facto de acontecer porque só isso já conta para o nosso bem-estar, e assim sendo não nos vamos desiludir quando houver uma mudança, uma falha, ou um terminus, vamos apenas aceitar a mudança guardando o bom que passou e andando para a frente, evitando grandes sofrimentos e desilusões...mesmo no que diz respeito a nós próprios...a perfeição não existe, podemos é tentar ser pessoas melhores todos os dias, mas isso passa pela humildade de aceitar que não somos perfeitos. Podemos então, em vez de exigir demasiado de nós próprios, aceitar-mo-nos como somos e agradecer por sermos assim! Porque somos saudáveis ou ainda que não o sejamos somos pessoas alegres, de bem com a vida e essa energia positiva que dá-mos ao mundo é nos retribuída por ele.
Por isso se a vida não nos sorri vamos trata-la como se fosse um amigo nosso: sorrimos-lhe, contamos-lhe umas piadas, e se ainda assim ela não se rir...fazemos-lhe cocegas!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

As My Guitar Lies Bleeding In My Arms...


Esta musica acompanha-me à vários anos...faz parte do primeiro CD que a minha mãe me comprou quando miúda...These Days, dos Bon Jovi...ainda hoje é dos meus CD's preferidos...aquelas musicas que tocam tão cá dentro, que mexem com os sentimentos...esta em especial, pela letra, pela melodia, pelo sentimento que a acompanha, sentimento esse que tantas vezes partilhei com Mr. John Bon Jovi, que tantas vezes chorei, desesperei, amargurei...que quase me levou a loucura, que quase me fez acabar com a minha vida...se hoje só restam resquicios desse sentimento que nem sei descrever...talvez uma falta imensa, uma solidão profunda agravada pelo meu isolamento...uma vontade imensa de fugir, de desaparecer, de acabar com toda a dor sufocante que me apertava o peito...mas são fragmentos que nunca vão desaparecer, como destroços de uma batalha comigo mesma...uma batalha travada todos os dias para que a força de viver suplante o lado negro da minha alma...

Bon Jovi - My Guitar Lies Bleeding In My Arms

Misery likes company, I like the way that sounds
I've been trying to find the meaning, so I can write it down
Staring out the window, it's such a long way down
I'd like to jump, but I'm afraid to hit the ground

I can't write a love song the way I feel today
I can't sing no song of hope, I got nothing to say
Life is feeling kind of strange, since you went away
I sing this song to wherever you are,
As my guitar lies bleeding in my arms

I'm tired of watching TV, it makes me want to scream
Outside the world is burning, man it's so hard to believe
Each day you know you're dying from the cradle to the grave
I get so numb sometimes, that I can't feel the pain

I can't write a love song the way I feel today
I can't sing no song of hope, I got nothing to say
Life is feeling kind of strange, since you went away
I sing this song to wherever you are,
As my guitar lies bleeding in my arms

Staring at the paper, I don't know what to write
I'll have my last cigarette-well, turn out the lights
Maybe tomorrow I'll feel a different way
But here is my delusion, I don't know what to say

I can't write a love song the way I feel today
I can't sing no song of hope, I got nothing to say
And I can't fight the feelings, that are burning in my veins
I send this song to wherever you are,
As my guitar lies bleeding

I can't write a love song the way I feel today
I can't sing no song of hope, There's no one left to save
And I can't fight the feelings, buried in my brains
I send this song to wherever you are,
As my guitar lies bleeding in my arms
As my guitar lies bleeding in my arms
As my guitar lies bleeding in my arms

terça-feira, 26 de junho de 2007

me, myself and I

I am my reason to live!
I am my love and my best friend
I find hope within myself
I will put my pieces back together
and complete the puzzle of my life
because I have the strength
I have the power to fulfill my dreams
I have ambition and I will stand for what I believe in...

I will stay alive, I will survive, I will stand straight and carry on once more...

if you really want me...catch me if you can...

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Frequência de saúde infantil e pediátrica...reflectindo...

Raio dos putos mais o diabo dos percentis...BAH!

Mais uma pa Julho...m**** pa isto tudo...........

Será que o que define a nossa qualidade enquanto profissionais é uma simples nota num teste que avalia a nossa capacidade de decorar e "vomitar" matéria??

Será o efeito "autoclismo" o pretendido??

Ou será que seria melhor que compreendêssemos o que estudamos em vez de empinar coisas às quais não damos valor nem saberemos aplicar na prática?...

Seremos nós os desejados enfermeiros do futuro, a nova geração de cuidadores com uma formação mais aprofundada e aprimorada ou apenas um grupo de pessoas que se licenciaram num curso de saúde a custa de marranços e cabulas e não fazem ideia do que seja a realidade da pratica até lá caírem de para quedas e nessa altura não percebem o porque de tantas disciplinas inúteis, horas perdidas diante de trabalhos que não serviram para nada com correcções rigorosas e pessoas que se preocupavam mais com a formatação "segundo o guia" do que com o conteúdo...

Quando decidi que queria ser Enfermeira fi-lo porque tinha o profundo desejo de ser útil na sociedade, de ajudar, de até que sabe mudar o mundo! Mas desilude-me cada semestre, cada semana, cada dia que passa...

Posso fugir pa minha ilha deserta? E deixar isto tudo para trás??

:(

[em desespero como se pode ver...desiludida com isto tudo...]

quinta-feira, 21 de junho de 2007

nostalgia...do que foi, do que será...

cinco musicas um unico sentimento...sem palavras, deixo a musica fluir e falar por mim...a playlist no repeat...



Da Weasel - Casa (vem fazer de conta)

Era tudo quando ela me dizia,
“Benvindo a casa”, numa voz bem calma
Acabado de entrar, pensava como reconfortava a alma
nunca tão poucas palavras tiveram tanto significado
e de repente era assim, do nada, um ser iluminado -
e tudo fazia sentido, respirar fazia sentido,
andar fazia sentido, todo o pequeno pormenor em pensamento perdido
era isto que realmente importava,
não qualquer outro tipo de gratificação

Não o quanto se ganha,
não o bem que dizem de nós não
um novo carro, não uma boa poupança,
nem sequer a família, ou a tal aliança - nada…

Apenas duas palavras, um artigo,
formavam a resposta universal

A minha pedra filosofal
Seguia para dentro do nosso pequeno universo
Um pouco disperso - pronto a ser submerso
Naquele mar de temperatura amena que a minha pequena
abria para mim sempre tranquila e serena, ena…
Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti

Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior
Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão

Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior
Bem-vindo a casa dizia quando saia de dentro dela
O bonito paradoxo inventado por uma dama bela
Em dias que o tempo parou, gravou dançou,
não tou capaz de ir atrás, mas vou
porque sou trapalhão, perdi a chave e já nem sei bem o caminho
nestes dias difusos em que ando sozinho e definho
à procura de uma casa nova do caixão até a cova
o percurso é duro em toda a linha, sempre à prova
o calor é um alimento que eu preciso
o amor é apenas um constante aviso
se sabes que eu não vivo dessa forma
tu sabes que eu não sinto dessa forma

Por isso escrevo na esperança que ela ouça o meu pedido
de desculpas
de Socorro
de abrigo
não consigo
ver uma razão para continuar a viver sem a felicidade do meu lar
da minha casa, doce casa, já ouviram falar?

É o refúgio de uma mulher que deus ousou criar
Com o simples e unico propósito de me abrigar
Não vejo a hora de voltar lá para dentro, faz frio cá for a
Faz tanto frio cá fora que eu já não vejo a hora…



Paula Fernandes - Dust In The Wind

Dust in the wind
All we are is dust in the wind
I close my eyes
Only for a moment,
And the moment's gone.
All my dreams,
Pass before my eyes, a curiousity.
Dust in the wind,
All they are is dust in the wind.
Same old song,
Just a drop of water in an endless sea.
All we do
Crumbles to the ground,
Though we refuse to see.
Dust in the wind,
All we are is dust in the wind.
Now, don't hang on,
Nothing lasts forever
But the earth and sky.
It slips away,
And all your money
Won't another minute buy.
Dust in the wind,
All we are is dust in the wind.
Dust in the wind,
Everything is dust in the wind.



Anouk - Nobody's Wife

I'm sorry for the times that I made you scream
for the times that I killed your dreams
for the times that I made your whole world rumble

for the times that I made you cry
for the times that I told you lies
for the times that I watched and let you stumble

It's too bad, but that's me
what goes around comes around, you'll see
that I can carry the burden of pain
'cause it ain't the first time that a man goes insane
and when I spread my wings to embrace him for life
I'm suckin' out his love, 'cause I, I'll never be nobody's wife

I'm sorry for the times that I didn't come home
left you lyin' in that bed alone
was flyin' high in the sky when you needed my shoulder

you're like a stone hangin' round my neck, see
cut it loose before it breaks my back, see
I've gotta say what I feel before I grow older

I'm sorry but I ain't gonna change my ways
you know I've tried but I'm still the same
I've got to do it my own way

It's too bad, but hey, that's me
what goes around comes around, you'll see
that I can carry the burden of pain
'cause it ain't the first time that a man goes insane
and when I spread my wings to embrace him for life
I'm suckin' out his love, I, I'll never be nobody's wife

It's too bad, but hey, that's me
what goes around comes around, you'll see
that I can carry the burden of pain
'cause it ain't the first time that a man goes insane
and when I spread my wings to embrace him for life
I'm suckin' out his love, I, I'll never be nobody's wife

Sick Puppies - All the Same

I don't mind where you come from
As long as you come to me
I don't like illusions I can't see
Them clearly

I don't care no I wouldn't dare
To fix the twist in you
You've shown me eventually
What you'll do

I don't mind...
I don't care...
As long as you're here

Go ahead tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
Do it all over again
It's all the same

Hours slide and days go by
Till you decide to come
And in between it always seems too long
All of a sudden

And I have the skill, yeah I have the will
To breathe you in while I can
However long you stay
Is all that I am

I don't mind...
I don't care...
As long as you're here

Go ahead tell me you'll leave again
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
Do it all over again
It's always the same

Wrong or right
Black or white
If I close my eyes
I's all the same

In my life
The compromise
I close my eyes
It's all the same

Go ahead say it you're leaving
You'll just come back running
Holding your scarred heart in hand
It's all the same
And I'll take you for who you are
If you take me for everything
Do it all over again
It's all the same


Da Weasel - Mundos mudos

Ligo directo para a caixa de correio só para ouvir a
tua
voz,
Sei que é cena fora mas todo o dia chega a hora
em que
o lado esquerdo chora quando se lembra de nós
A vida corre tranquila, cada vez menos reguila
meto guita de parte e a cabeça não vacila tanto
Para minha alegria e meu espanto
Pode ser que o passado fique por onde deve estar:
No pretérito imperfeito, já que não é mais-que-
perfeito,
Este é um presente que eu aceito
Para atingir a tranquilidade
Que supostamente se atinge com a nossa idade
A verdade é que a saudade do que passou
Não é mais que muita...
Mas por muita força que faça ela passa por saber que
te vivi...
Tu deste tudo e eu joguei, arrisquei e perdi
Agora,

Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu Mundo que eu mudei o meu.

Cada vez que eu ligo tento deixar mensagem
mas acabo por nunca arranjar a coragem
Necessária
Gostava apenas de partilhar contigo o quotidiano
habitual
Nada que se compare com as correrias
doutras alturas e doutros abismos
E já que falo por eufemismos
Gostava de dizer que ainda gosto bastante de ti...
A casa tá diferente, parece digna de gente
Dá gosto sentar no sofá com a tv pela frente
Comprei uma máquina de café
Xpto, bem bonita, azul bebé
Ocasionalmente cozinho e bebo o meu vinho
E esqueço o fumo que nos dava aquele quentinho
Hoje em dia é mais à base do ar condicionado
Condicionei a tentação num clima controlado
Quero que saibas que tou bem, sei que tu mais ou
menos
Sempre gostaste de brincar em perigosos terrenos
Em relação a isso eu não sei o que fazer
E se calhar é por isso mesmo que acabo por não dizer
que
a verdade é que a saudade do que passou
Não é mais que muita...
Mas por muita força que faça ela passa por saber que
te vivi...
Tu deste tudo e eu joguei, arrisquei e perdi
Agora,

Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu número, eu mudei o meu,
Muda o teu Mundo que eu mudei o meu.





terça-feira, 19 de junho de 2007

tu e eu...

tu és o meu rastilho a minha polvora, incendeias a minha vida, dás-lhe luz...

és quem me trás de volta a terra quando fujo e me escondo no meu planeta e mundo muito proprio...és quem me mostra a realidade e me abre os olhos quando não quero ver o que me rodeia, és quem me mostra que nem tudo é o que aparenta e que os olhos do mundo por vezes não são tão meigos como os pinto ou tão crueis como os sinto...

concelheira e amiga de todas as horas, fazes parte de mim e da minha vida cada dia um pouco mais...chamar-te-ia melhor amiga...mas os amigos são todos os melhores e nunca uns melhores que os outros por isso és a minha luz especial, o meu luar, a minha estrela de cinco pontas, amuleto e sorte que me acompanha...a tua intuição o meu guia, o teu apontar de caminho a minha bussola...

para ti...meu anjo "mau"

Jorge Palma - Cara d´Anjo Mau

Os teus olhos são cor de pólvora, o teu cabelo é o rastilho
O teu modo de andar é uma forma eficaz de atrair sarilho
A tua silhueta é um mistério da criação
E sobretudo tens cara de anjo mau

Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder
Basta um olhar teu e o chão começa a ceder
Cara de anjo mau, contigo é facil cair
Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?

Que posso eu fazer ao ver-te acenar a ferida universal?
Que posso eu desejar ao avistar tão delicioso mar?
Que posso eu parecer quando me sinto fora de mim?
Que posso eu tentar senão ir até ao fim?

Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder
Basta um olhar teu e o chão começa a ceder
Cara de anjo mau, contigo é facil cair
Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?

Por ti mandava arranjar os dentes e comprava um colchão
Por ti mandava embora o gato por quem eu tenho tanta afeição
Por ti deixava de meter o dedo no meu nariz
Por ti abandonava o meu país

Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder
Basta um olhar teu e o chão começa a ceder
Cara de anjo mau, contigo é facil cair
Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?

domingo, 17 de junho de 2007

rainy day...

Olho ao meu redor e encontro apenas o vazio. O mesmo vazio que me rodeia desde que hoje abri os olhos...o mesmo vazio que impregna a minha alma...este doloroso sentimento de solidão que se manifesta ainda que me rodeie de uma multidão, ainda que esteja acompanhada fisicamente…e esse sentimento que detesto assusta-me, não o estar só, sozinha de momento, não ter nenhuma presença física a minha volta. O que me assusta é sentir-me só, invisível, um nada inexistente à face da terra. Um ser insignificante e dispensável…o que me assusta é a ausência daquele sentimento de pertença, de segurança…a ausência daquele abraço certo, reconfortante, de uma voz serena que me dissesse, “não estas só, vai ficar tudo bem…eu não te deixo só…vou estar sempre aqui para ti e contigo no pensamento…”

Enquanto isso escondo-me nas sombras e aguardo pelo raiar do sol que trás com ele algum conforto e companhia…

terça-feira, 12 de junho de 2007

derivando (desabafos à deriva num mar de pensamentos...)

derivar é sempre um problema, podemos andar à deriva pelo mundo mas nunca devemos derivar para longe do que somos, podemos perder-nos nas multiplas derivadas da nossa personalidade mas há que manter a base que faz de nós o que somos...mas como sabemos se o nosso eu verdadeiro é de facto o que somos hoje e não o de amanhã, já que deixamos de ser o de ontem?

hoje olho para trás e não me reconheço no que vejo...mas será que um dia vou olhar para trás e o que não vou reconhecer será quem sou hoje?

somos seres em metemorfose constante, mudando, aprendendo todos os dias, fazendo ao longo do tempo diferentes leituras das nossas vivencias...tudo na vida contem uma lição, cabe-nos saber retira-la das aprendizagens mais simples às mais dolorosas, aprefeiçoando-nos, tornando-nos pessoas melhores...mas humildes na nossa imperfeição de seres humanos...

poderei eu dizer entao que ao invés de ter mudado apenas me redefini? redefeni-me como minha prioridade, redefeni a minha forma de encarar a vida, redefeni a minha forma de lidar com quem me rodeia, redireccionei energias, reencontrei metas e ambições quase esquecidas, reencontrei acima de tudo parte de mim que quase tinha perdido e esse meu lado trouxe com ele faces de mim mesma que nem conhecia...uma nova energia, uma nova confiança, uma nova forma de me ver e de apreciar quem sou...

não, não derivei para longe de mim, tive a sorte de ao me deixar andar à deriva tropeçar em quem sou e reencontrar-me comigo...

cada vez sou mais eu, mais aquela que já há muito não era se é que algum dia fui completamente...sem medo de ser criticada, sem depender da opinião dos outros, sem a necessidade passiva de agradar e integrar-me, sem correntes nem barreiras, sem mascaras nem fachadas...

comigo quem quiser, contra mim quem puder...
já dizia o Zeca, "seja bem vindo quem vier por bem", quanto ao resto...quem não gosta não come!

segunda-feira, 11 de junho de 2007

procurando por mim...


perdeu-se a alma errante

de um corpo deambulante

conduzido por uma mente sem tino

esse que segue sem destino

que me pertence mas não reconheço

e a quem me encontre peço

que me diga por que caminhos sigo

que me leve consigo

porque me perdi de mim mesma

e tento encontrar-me em vão

no silencio da solidão...

sábado, 9 de junho de 2007

New begining

Primeiro passo, retomar as velhas paixões...deixar as palavras fluir livremente ao som de uma musica que me faça vibrar...e elas saem, saem em direcção ao ceu querem conquista-lo, querem voar, tal como eu...querem gritar ao mundo que tal como numa frase a vida não acaba num ponto final, apenas se inicia num novo paragrafo...e este é o meu novo paragrafo, um paragrafo em que me confronto com as minhas difrenças, com tudo o que mudou em mim, com uma nova pessoa, um novo eu, e parto à sua descoberta...


fica uma musica que me disse bastant quando a ouvi...quer plo som quer pla letra...conta-nos uma historia...

The Fray - How To Save A Life

Step one you say we need to talk
He walks you say sit down it's just a talk
He smiles politely back at you
You stare politely right on through
Some sort of window to your right
As he goes left and you stay right
Between the lines of fear and blame
And you begin to wonder why you came

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

Let him know that you know best
Cause after all you do know best
Try to slip past his defense
Without granting innocence
Lay down a list of what is wrong
The things you've told him all along
And pray to God he hears you

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life

As he begins to raise his voice
You lower yours and grant him one last choice
Drive until you lose the road
Or break with the ones you've followed
He will do one of two things
He will admit to everything
Or he'll say he's just not the same
And you'll begin to wonder why you came

Where did I go wrong, I lost a friend
Somewhere along in the bitterness
And I would have stayed up with you all night
Had I known how to save a life