sábado, 29 de outubro de 2005

Lisboa

Saudade...
Desse tempo que passou
Dessa infância perdida
Desse tempo de sonho, lembrança querida
Mas que um dia acabou
E quando passo por algum lugar
Que me é familiar
É como regressar
A um tempo onde era feliz sem me preocupar

Vontade...
De partir
De deixar para trás o que passou
Ir de encontro ao que sou
E saber voltar a sorrir
De deixar
De me preocupar
E poder regressar
Àquela que me sabe completar

Essa Cidade...
Magica
Enfeitiçante
Embriagante
Mística
Que eu olho no Tejo
E ele reflecte o meu desejo
E a brisa me dá um beijo
E eu amo tudo o que vejo

Capital do meu coração
Refugio de uma lembrança
Do tempo em que era criança
E cativas-te a minha atenção
Atravesso esse rio sob o olhar do Cristo Rei
Pensando nas vezes que por ali passei
Aceitando o que fui, vendo o que sou e pensando em quem serei
Sabendo apenas que nada se

1 comentário:

Poeta perdido disse...

poema lindo... e sabes bem que tambem te queria muito a olhar apra lisboa.. e sabes bem porque.. beijos meu maor